Amar perdidamente
MARIA DA GRAÇA FOLES AMIGUINHO BARROS
Histórias de amor vividas em tempo de incertezas e de esperança, no século XX, na Europa de Leste.\r\n\r\n3/6/2023\r\n\r\nAgradeço aos profissionais que trabalharam no meu romance a forma como atenderam as minhas observações.\r\nObrigado!
SINOPSE DE AMAR PERDIDAMENTE
Nina, vítima do Holodomor, é a cozinheira de uma família da classe média-alta de Peterhof.
Apaixona-se pelo filho mais velho dos patrões, George, de quem tem uma criança que ele não quer perfilhar, devido às diferenças sociais que os separam.
Nina casa, por obrigação, com o cocheiro da família, omitindo a gravidez.
A paixão por George permanece, durante anos, mesmo sendo casada e tendo outra criança, até aparecer Katia, a estilista contratada pela mãe de George.
Tudo se altera. O desespero, a tristeza e o ciúme falam mais alto do que a consciência e a razão.
Muitas histórias acontecem, muitas voltas a vida vai dando.
Cenas de paixões tórridas se desenrolam também, com outras personagens, em diferentes cenários.
Caminhos percorridos, vidas excêntricas, mas sempre com o desejo expresso de libertação da mulher.
A política dominante é a paixão de uns e outros a…
- Género
- FICCIÓN Y TEMAS AFINES
- Año
- 2023
- Páginas
- 262
- Encuadernación
- Tapa Blanda
- Dimensiones
- 150 × 210 mm
- Precio (papel)
- 21 €
- Precio (ebook)
- 9 €
- ISBN
- 9798395903310

Sobre MARIA DA GRAÇA FOLES AMIGUINHO BARROS
A minha Biografia O gosto pela leitura e escrita nasceram comigo. Aluna na Escola Comercial e Industrial de Elvas sempre fui distinguida no quadro de honra . Como Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian completei os estudos no Magistério Primário de Portalegre em 1965, com a classificação máxima permitida - 17 valores. Recebi o Prémio D. Dinis, criado pela Cerveja Sagres em 1965 e atribuído aos melhores alunos de Portugal. Exerci a minha profissão com zelo e amor durante 32 anos. Fiz um programa de Rádio, «Pontos nos iis», em Vila Nova de Gaia, sobre Educação. Comecei a escrever poesia com assiduidade, a partir de 2005, após ter fracturado os dois braços numa queda, acontecimento que me permitiu conhecer melhor quem me rodeava, descobrir a ternura do meu marido e conhecer os indiferentes ao sofrimento alheio. A poesia apareceu, livremente, quando ainda não a podia escrever. Daí em diante, ficou presa a mim, não nos largámos mais. Em outubro de 2006 é editado pela Papiro Editora, o meu livro -«O meu sentir» -poesia intimista, um grito de alma, confessional, espiritual, quase religiosa, sendo também uma poesia do olhar, dos sentimentos, da atenção aos outros. Foi patrocinado por várias entidades entre elas a Gaianima-Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia, Município onde exerci as minhas funções pedagógicas durante vinte e dois anos. Em 2015 fui convidada a escrever para o Jornal Elvasnews, onde semanalmente são publicados os meus artigos de opinião ou poéticos. Em 2016, no Dia Internacional da Poesia, a Convite da Biblioteca Municipal de Elvas colaborei na edição de Poesia na Rua. Em 2016 participei com os meus poemas no Livro Santa Eulália – a Aldeia grande do Alentejo, editado, por minha sugestão, pela Junta de Freguesia, em Ebook. Novos convites têm sido feitos e aceites com todo o interesse, da Galiza ao Brasil. Em finais de 2017 fui convidada a integrar a Academia Mundial da Cultura e Literatura do Brasil, onde ocupei a cadeira 39, o que muito me honrou, como portuguesa. Em Agosto de 2018 publiquei o meu livro «Alma Alentejana», acarinhado por todos os meus leitores das redes sociais e por amigos da minha juventude, alentejanos e pela Câmara Municipal de Elvas que adquiriu 30 exemplares. O Prefácio foi escrito pela Dra. Vitória Branco, então Vereadora do Pelouro da Cultura da Câmara De Elvas. Ousei musicar 8 poemas que foram cantados por uma linda voz alentejana- Berta Miranda! Em 2019 organizei a 1ª Colectânea à qual dei o nome de Elvas à Vista com 41 autores elvenses e amigos de Elvas, convidados através da rede Facebook. Foi um sucesso o seu lançamento. Uma vez mais ousei compor músicas para poemas dos poetas que o integraram, sendo os mesmos cantados por Berta Miranda, acompanhada pelos músicos Nuno Cirilo e Alexandre Gomes e por mim, à capella, no Lançamento da obra no dia 12 de janeiro, integrado nas Festas da Cidade, na comemoração dos 360 anos da Batalha das Linhas de Elvas. A Câmara Municipal de Elvas deu apoio logístico e ofereceu o Cine Teatro para o evento, além de ter comprado 50 exemplares da obra. Neste mesmo ano surge a 2ª Colectânea, Eurocidade, Badajoz, Elvas, Campo Maior , mais alargada, composta por 67 autores das 3 cidades com Prefácio do Professor Carlos Beirão. Uma obra enorme, recheada de qualidade e bom gosto, tanto literária como artística. Num ano conturbado da minha família, lutei para que tudo acontecesse ainda em vida do meu marido e ele pudesse assistir ao seu Lançamento, que ocorreu em Santa Eulália, dia 12 de setembro de 2019. Uma grande festa se organizou com almoço para 135 pessoas, seguido de espectáculo musical e bailado no Pavilhão Multiusos de Santa Eulália, cedido gratuitamente pela Junta de Freguesia. Foram estrelas, Berta Miranda que cantou o meu poema da Introdução, musicado por mim-«Derrubem-se todas as barreiras», dançado pela bailarina Manuela Sanchez, assim como o fadista Jorge Góis que cantou o meu poema, com música minha-Nova Cantata a Santa Eulália- Após a morte do amor da minha vida, organizei o meu 3º livro de Poesia - Não te disse Adeus - apresentado com prefácio do meu sobrinho António Nepomuceno Rodrigues. Musiquei 6 poemas, gravados por Berta Miranda. Ainda em 2020 nasce a Colectânea Raia Luso Espanhola com autores de Portugal, Estremadura e Galiza. Em 2021 organizo a Colectânea Cultura sem fronteiras novamente com autores portugueses e espanhóis, musicando poemas de vários poetas. É editado o meu primeiro CD. Em 2021 é editado o meu livro Meu Alentejo Raízes , a história dos 23 anos vividos no Alentejo que me viu nascer e onde estão as minhas Raízes, totalmente ilustrado pelo meu filho Rui Barros. Em 2022 organizo a Colectânea Abraço de Culturas com participação de autores portugueses e internacionais. Musiquei o meu poema, hino da Colectânea. Publico Meu Alentejo, Saudade e Poesia e Arte , ilustrados pelo meu filho Rui Barros. Lanço o meu segundo CD com poemas destas obras. 2023 AMOR NA GUERRA , o meu primeiro romance, com Prefácio da Embaixadora da Ucrânia em Portugal, Dra Inna Ohnivets foi Lançado na, Embaixada da, Ucrânia em Lisboa. Outra obra foi editada ainda em 2022, a primeira para crianças, Cães e Gatos, Animais de estimação , em parceria com o meu filho Rui Barros. Histórias de ENCANTAR uma Colectânea com escritores portugueses,, da Galiza e das Astúrias foi lançada em 11 de Março 2023, em Pontevedra. O meu segundo romance está terminado- AMAR PERDIDAMENTE sobre a sociedade russa do século XX e o desejo de emancipação da Mulher. Em 15 de julho 2023 será lançada, no Alentejo, a Colectânea PAZ, ESPERANÇA E LIBERDADE*, organizada com autores de Portugal e da Galiza. Estou escrevendo o meu terceiro romance, sobre a história de uma jovem, Eveline, natural de Bakhmut, deportada para a Crimeia.
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